O LACTE (Latin American Corporate Travel Experience) é um dos eventos mais relevantes de viagens corporativas da América Latina. É onde gestores, fornecedores, TMCs e lideranças do setor se encontram para discutir o que realmente importa: governança, experiência do viajante, orçamento, políticas e o futuro da operação.
TEO: o agente que sustenta a experiência do viajante
O TEO nasceu para atuar onde a operação mais sente fricção: o bastidor da viagem. É ele quem fica com o viajante quando o e-mail não é lido, quando a nota fiscal se perde, quando a dúvida aparece fora do horário, quando a confirmação precisa chegar rápido e quando o processo precisa ser simples o suficiente para não virar ruído.
Na prática, o TEO já opera com um foco muito claro: atendimento via WhatsApp para o colaborador, com apoio direto ao viajante e comunicação ativa ao longo da jornada.
Atendimento via WhatsApp com suporte ao viajante
O TEO atende o colaborador no WhatsApp para resolver dúvidas e dar visibilidade do que importa na hora certa: status da viagem e dos serviços contratados, com suporte 24 horas para perguntas recorrentes que, normalmente, virariam chamados e repasses entre áreas.
Envio pró-ativo de vouchers (sem o viajante precisar pedir)
Logo após a compra de passagem ou hotel, o TEO faz o envio automático do voucher em PDF via WhatsApp. Esse detalhe muda muita coisa no mundo real, porque reduz o “vai e volta” típico do pré-embarque e evita que a operação dependa do colaborador “caçar” informação em e-mails e portais.
E o impacto é mensurável: em análises internas da Paytrack, o tema “voucher” apresentou redução de 37,6% no volume de contatos no WhatsApp e redução de 82,5% no volume nos canais de atendimento Travel quando o envio pró-ativo entra em cena.
Registro de despesas via WhatsApp, a partir da nota fiscal
Além da jornada de viagem, o TEO também atua no bastidor do pós: o colaborador envia a foto da nota fiscal via WhatsApp, o sistema faz leitura e categorização automática e envia a informação direto para o ambiente Paytrack. Menos quebra de fluxo, menos retrabalho, mais consistência.
Esse é o ponto: o TEO não é “apenas um chatbot”. Ele é um agente operacional que reduz atrito, antecipa necessidade e coloca a viagem (e o que vem depois dela) para rodar com menos dependência do improviso.
O próximo passo era inevitável: e o gestor, quem atende?
Se o TEO já dá suporte para quem está na estrada, o mercado vinha deixando claro outra dor: a gestão está ficando complexa demais para ser guiada por feeling e recortes manuais. O gestor precisa responder, com rapidez e segurança, perguntas que mexem diretamente com orçamento, acordos e política, e que normalmente exigem horas de extração, filtros e comparações.
TEO Insights: o “analista” que transforma dados em caminho de decisão
O TEO Insights foi apresentado no LACTE como a camada estratégica do ecossistema: um agente conversacional voltado ao gestor que cruza contexto e histórico da operação com um big data de mercado para entregar aquilo que o setor persegue há anos: respostas claras e objetivas.
A lógica muda: em vez de o gestor precisar “operar dados”, ele pergunta em linguagem natural e recebe uma leitura pronta para a ação. Não é sobre ter mais um painel. É sobre encurtar o caminho entre pergunta → entendimento → decisão.
Que tipo de pergunta o TEO Insights responde?
O produto já nasce orientado ao que realmente aparece na rotina do gestor. Exemplos:
“Como os gastos da empresa se comparam ao do mercado?”
Comparação com mercado não é curiosidade — é referência. Esse tipo de leitura ajuda a separar variação normal de distorção real e dá base para priorizar onde atuar primeiro.
“Como nosso gasto por viagem se compara com o mercado?”
Quando a conversa sai do total e entra no custo por viagem, o gestor enxerga melhor o impacto do comportamento de compra, do mix de trechos e da aplicação de política.
“Como estou performando com meus acordos?”
Acordo precisa performar no mundo real. O TEO Insights apoia uma leitura mais direta de adoção e resultado, ajudando o gestor a entender onde existe aderência e onde o acordo está “ficando na prateleira”.
“Qual o percentual de viagens acima do preço de mercado?”
Essa pergunta expõe o vazamento invisível do orçamento: viagens acima da referência por timing, rota, antecedência, escolha e limites do processo. Aqui, o ponto não é culpabilizar o colaborador. É ajustar diretriz, comunicação e política para reduzir erros e ruídos na origem.
“Gere um gráfico com o total gasto por mês nos últimos 6 meses”
Leitura de tendência sem depender de recorte manual: sazonalidade, picos, quedas e o que isso significa para planejamento e direcionamento.
“Em que mês do ano o trecho Porto Alegre–São Paulo é mais barato?”
Esse tipo de insight orienta planejamento e janela de compra com base em mercado, além de abrir espaço para decisões melhores sobre calendário de viagens e diretrizes internas.
Do palco para o stand: o insight conectado à operação real
No LACTE21, o lançamento aconteceu no palco e ganhou vida no stand. Ao longo do dia, a Paytrack apresentou o TEO e demonstrou como a plataforma resolve a operação na prática, conectando a experiência do viajante (onde o TEO já atua forte) com a visão do gestor (onde o TEO Insights entra para orientar decisão).
Porque no fim, é isso que o mercado cobra: inteligência que se conecta com execução. Insight que não vira ação é só informação bonita.
A provocação da Astrid: quando o bastidor vira pauta
A palestra da Astrid Fontenelle trouxe um lembrete necessário: existe um trabalho invisível sustentando operações complexas, e isso cobra um preço. O recado, para o setor, é direto: se o gestor ainda gasta energia com o que é manual, ele não está sendo estratégico, ele está só mantendo o sistema em pé.
“Eu tenho a total ciência de que a viagem e tudo que vai acontecer não começa num saguão de aeroporto, que começa muito antes, onde gestores estão planejando, estão orçando, estão reorçando, estão negociando para que a gente viajante possa ir focado naquele objetivo final. O objetivo principal, o propósito da viagem, que é trazer a entrevista, que é fechar um negócio, que é dar uma palestra.”
Astrid Fontanelle

