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QBR em viagens corporativas: como elevar governança, performance e tomada de decisão

Conteúdo criado por humano
Alana Schmidt

Alana Schmidt

Especialista SEO que acredita sempre na qualidade de conteúdo. Foco em crescimento orgânico de empresas SaaS e entusiasta de tecnologia e IA.
Quaterly Business Review

O QBR (Quarterly Business Review) deixou de ser apenas uma reunião trimestral para alinhar ações e passou a ocupar um papel crítico na governança de viagens corporativas. 

Em empresas que tratam o programa de viagens como um processo estratégico, integrado a finanças, compras, compliance e experiência do viajante, o QBR funciona como um mecanismo de diagnóstico, controle e decisão orientada por dados.

Quando bem conduzido, o QBR consolida informações, evidencia riscos, mensura eficiência, revela oportunidades de economia e melhora a previsibilidade do relacionamento com fornecedores. 

Neste artigo, você entenderá como aplicar o QBR de maneira prática, estruturada e alinhada às necessidades de travel managers, CFOs, controllers e profissionais de procurement.

Mas, antes, que tal reduzir custos e ganhar eficiência no controle financeiro da sua empresa? Converse com a Paytrack e veja como fazer isso da forma correta:

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O que é QBR e por que ele é essencial nas viagens corporativas

O QBR é uma revisão trimestral orientada a dados, realizada entre empresa e seus fornecedores-chave: agências de viagens, OBTs, companhias aéreas, redes hoteleiras e plataformas de gestão. 

Sua finalidade é avaliar desempenho, SLAs, KPIs, compliance, incidentes operacionais e contribuições para os objetivos corporativos.

Nas organizações mais maduras, o QBR se torna parte natural da gestão de viagens corporativas, garantindo clareza, previsibilidade e governança. Ele oferece, por exemplo:

  • Primeiro, visão consolidada de gastos e comportamento dos viajantes;
  • Em seguida, medição objetiva da performance de cada fornecedor;
  • Além disso, acompanhamento contínuo de desvio de custo, SLA e compliance;
  • Consequentemente, suporte à renegociação e refinamento de contratos;
  • Ao mesmo tempo, redução de riscos operacionais e financeiros;
  • Por fim, base para melhoria contínua do programa de viagens.

Sem QBR, a empresa opera às cegas, reagindo a problemas em vez de antecipá-los.

Quando realizar um QBR: periodicidade e momentos estratégicos

Embora o modelo mais comum seja trimestral, a periodicidade deve refletir a maturidade e o volume do programa de viagens.

QBR trimestral (o padrão recomendado)

É o formato ideal para empresas com:

  • alto volume de viagens;
  • múltiplos fornecedores;
  • contratos estratégicos;
  • metas de redução de custos;
  • forte pressão por compliance.

A revisão trimestral, certamente, permite confirmar tendências, corrigir desvios rapidamente e evitar acúmulo de problemas antes das renegociações.

QBR semestral

Adequado para organizações com volume menor ou em fase inicial de governança.

QBR extraordinário

Indicado, por exemplo, quando surge:

  • aumento ou queda brusca no volume de viagens;
  • problemas recorrentes de qualidade;
  • baixo nível de aderência à política;
  • necessidade de renegociação emergencial;
  • alteração estratégica interna.
  • Fusões entre empresas

Independentemente da periodicidade, logo, o QBR deve ser planejado com antecedência, com agendas claras e dados previamente enviados para análise interna.

Quais dados e KPIs não podem faltar no QBR

Sem métricas, a reunião se torna subjetiva. O QBR precisa de indicadores consistentes e comparáveis, alinhados ao plano financeiro e às metas corporativas.

Desta forma, os KPIs críticos se organizam em quatro pilares:

1. KPIs financeiros

  • Para começar, custo médio por viagem e por centro de custo;
  • Depois, tarifa aérea média por trecho;
  • Na sequência, comparação entre tarifas negociadas vs. pagas;
  • Além disso, economia trimestral consolidada;
  • Outro ponto crítico, impacto da antecedência de compra;
  • E, finalmente, gastos por categoria (aéreo, hotel, locação, taxas).

Esses dados devem dialogar com análises de custos com viagens corporativas, permitindo mapear tendências e oportunidades de otimização.

2. KPIs de compliance e governança

  • Entre os pontos que devem ser monitorados com rigor, a aderência à política de viagens corporativas
  • Da mesma forma, exceções justificadas vs. não justificadas;
  • Além disso, erros de emissão;
  • Outro aspecto que costuma gerar impacto direto nos resultados, reservas fora dos canais oficiais;
  • No âmbito do controle financeiro, auditoria de reembolsos;
  • E, por consequência, o percentual de desvios reincidentes.

A consistência desse bloco revela o nível de maturidade interna e a eficácia dos processos de aprovação e controle.

3. KPIs operacionais e de SLA

  • O prazo de emissão da agência, por exemplo, que influencia diretamente a eficiência do processo de compra, deve ser acompanhado de perto;
  • O tempo médio de atendimento, porque afeta a experiência do viajante e a agilidade das operações e, por consequência, precisa ser monitorado regularmente;
  • Além disso, a taxa de resolução no primeiro contato, já que reflete a capacidade do fornecedor de solucionar demandas sem retrabalho, é outro indicador essencial;
  • A disponibilidade de tarifas acordadas, uma vez que impacta o nível real de economia entregue no trimestre, também merece análise constante;
  • E, por fim, as ocorrências críticas, como cancelamentos, overbooking e problemas de fatura, já que que revelam fragilidades operacionais relevantes.

Esses dados, em resumo, evidenciam o desempenho real dos fornecedores e sustentam decisões contratuais.

4. Comportamento do viajante e experiência

  • O NPS do viajante, por exemplo, por refletir diretamente a satisfação geral obtida ao longo da jornada, funciona como ponto de partida para entender a qualidade percebida;
  • A avaliação por categoria de serviço, na medida em que permite comparar desempenho entre fornecedores distintos, ajuda, acima de tudo, a localizar os segmentos que mais precisam de intervenção;
  • Sem dúvidas, os problemas recorrentes por rota, hotel ou companhia, especialmente quando surgem de forma concentrada em determinados trechos ou parceiros, revelam padrões críticos que exigem ajustes imediatos;
  • E, por fim, o perfil de compra (antecedência, horários escolhidos e comportamento de reserva), uma vez que influencia tanto o custo quanto a previsibilidade operacional, serve para orientar recomendações de otimização.

Para aprofundar análises estratégicas, indicadores adicionais podem ser guiados pelo conteúdo sobre indicadores de viagens corporativas.

Como analisar performance de fornecedores e parceiros

O QBR deve evidenciar não apenas o que aconteceu, mas por que aconteceu. A análise de performance exige:

1. Dados limpos, integrados e confiáveis

Dados dispersos em planilhas manuais, por exemplo, dificultam comparações e escondem problemas. Bases integradas permitem identificar padrões e desvios rapidamente.

2. Comparação temporal entre trimestres

É essencial avaliar evolução. Pergunte-se, por exemplo:

  • Houve melhora de SLA?
  • As tarifas estão convergindo para o negociado?
  • O volume impactou os resultados?
  • Quais fornecedores caíram de performance?
  • Há sazonalidade relevante?

3. Análise crítica do cumprimento contratual

Comparar SLAs contratados vs. entregues evidencia:

  • atrasos;
  • limitações de capacidade;
  • inconsistências de atendimento;
  • problemas de disponibilidade.

4. Benchmarking de mercado

O QBR deve incluir, decerto, comparações com:

Esse benchmarking, sem dúvidas, orienta conversas de renegociação com base realista.

QBR como ferramenta de negociação e melhoria contínua

O QBR oferece evidências objetivas que sustentam decisões financeiras e contratuais. Ele ajuda, acima de tudo, a:

  • reforçar SLAs
  • revisar níveis de desconto
  • corrigir problemas operacionais
  • ajustar processos internos
  • atualizar a política
  • renegociar tarifas aéreas, hospedagem e taxas de serviço
  • reavaliar fornecedores estratégicos

Com dados estruturados, a empresa sai da posição de vulnerabilidade e assume postura ativa, guiada por métricas.

Conteúdos como melhores práticas em gestão de viagens ajudam a orientar essa visão de evolução contínua.

Checklist: como preparar um QBR eficiente

Um QBR de alto nível deve seguir cinco etapas:

1. Consolidar dados com antecedência

Envie aos fornecedores o escopo de dados exigidos para o período. Peça:

  • KPIs financeiros completos
  • Registros de SLA
  • Indicadores de atendimento
  • Ocorrências críticas
  • Propostas de melhoria
  • Projeções de volume

2. Alinhar objetivos do encontro

O QBR não é um balanço genérico. Ele deve responder:

  • Quais questões precisam ser resolvidas?
  • O que precisa melhorar imediatamente?
  • Que processos serão revisados?
  • Quais metas valem para o próximo trimestre?

3. Revisar compliance e aderência à política

A análise deve cruzar resultados com as diretrizes da política de viagens corporativas, identificando exceções recorrentes e suas causas.

4. Estruturar recomendações práticas

O QBR deve terminar com:

  • plano de ação validado por ambas as partes;
  • ajustes de SLA e métricas;
  • oportunidades de economia;
  • revisões internas de processo;
  • metas trimestrais documentadas.

5. Documentar e acompanhar

Sendo assim, registre tudo: decisões, métricas, alterações, riscos e responsáveis. Esse histórico é essencial para auditorias, renegociações e evolução do programa.

Como a Paytrack pode fortalecer o QBR em viagens corporativas

Para que o QBR gere decisões consistentes, a qualidade dos dados é tão importante quanto o processo de análise. É aqui que soluções de gestão de viagens e despesas se tornam aliadas fundamentais. 

Plataformas como a Paytrack centralizam reservas, despesas, reembolsos, políticas e ocorrências em um único ambiente, eliminando retrabalhos, divergências de informação e dependência de múltiplas planilhas.

Além disso, um QBR robusto depende de indicadores confiáveis (financeiros, operacionais e de compliance). Com dados estruturados em tempo real, a empresa consegue comparar trimestres, identificar desvios com precisão e entender a performance de cada fornecedor. 

Isso permite que travel managers e áreas de finanças conduzam revisões mais técnicas, com recomendações claras e foco em melhoria contínua.

Outro ponto de apoio é a governança. Ao automatizar fluxos de aprovação, registrar exceções e consolidar SLAs, soluções como a Paytrack ajudam a manter o programa de viagens sob controle e fornecem evidências para ajustes no trimestre seguinte. 

Assim, o QBR deixa de ser apenas uma reunião de revisão e passa a ser um instrumento sólido de gestão, sustentado por dados confiáveis e processos padronizados.

O QBR, portanto, é um dos pilares mais importantes da governança em viagens corporativas. Quando bem executado, ele alinha expectativas, fortalece a relação com fornecedores, reduz custos, melhora compliance e amplia a previsibilidade operacional.

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